sábado, 24 de abril de 2010

Sinais de vida


Toda a vida começa na magia de um pequeno embrião, toda a magia que se desenvolve, até começarmos a sentir o seu batimento cardíaco, são isto, os sinais de uma vida que começa e que virá ao mundo, para desfrutar do que ele lhe permitirá viver.

Assim que o que nos mantém vivos, além do trabalhar de todos os nossos órgãos, o coração aqui é sempre o nosso motor, que comanda tudo de nós, enquanto se move, sinais serão de que todos os movimentos que praticamos, redondamente serão que os nossos movimentos é sinal de vida.

Mas isto não é tudo, porque assim certo é que pessoas com mobilidade limitada, e que diremos vivas não consigam desfrutar dela e estejam confinadas a um espaço ou uma cama, e mesmo com um batimento rítmico não consigam desfrutar dela na sua plenitude, assim que numa morbilidade premente, muitos se façam questionar, se estes sinais que sentem não conseguem dar o seu impulso à vida, assim se vive incapacitados num corpo que dá certos sinais mas não consegue reagir.

Temos de ter a consciência, que os nossos movimentos, o que fazemos, são sinais da mesma, e tudo o que se move e transforma é vida, certos sinais, sabemos que sim, ou seja a vida não pára, com a morte pelo meio e o findar de uma, outra virá, assim dizemos que pode acabar uma vida humana, mas sua humanidade leva e traz novas vidas, então que existirá sempre vida no mundo. Bem podemos pensar que pelas nossas acções isto um dia se extinguirá, mas vemos sempre uma massa populacional sempre em crescendo, então que a vida a que damos e desejamos deixar neste mundo faz parte da nossa natureza, que não pensando no que aqui estamos a fazer de dar o nosso sentido à vida, cá estamos também para nos reproduzirmos e perpetuar a nossa espécie, assim que mais as vidas que deixamos, damos vida este mundo.

Mas a vida não somos só nós, tudo tem vida, tudo se transforma, assim é que isto são os seus sinais, o que sabemos, a transformação o movimento, crescimento, a mudança, são estes sinais de ao contrário do que é estático não por muito revelará de que exista uma força de que dê vida a seres que a demonstrem.

Pequenos sinais que vamos dando conta ao longo do tempo, ou por vezes rápidos em demasia, mas que eles aos nossos olhos revelam a vida que tem, e todos nós temos a vida à nossa frente, bem olhamos, ou por vezes nem a queremos ver, mas ela existe sempre, e se estamos vivos para presenciar é o melhor sinal que podemos ter; assim valorizemos os sinais que se nos apresentam e a vida que revelamos.

Mas isto tudo tem uma validade, assim que estes sinais vão dando seu cansaço, a sua perda de energia e assim se vai revelando, que o nosso esgotar da nossa fonte seja uma coisa, por certo, não durará muito, pelo nosso espaço de vida que é a nossa limitação de como ela é e findável como será. Assim que a nossa vida não dura mais que uma vida, então a nossa passagem de vida que desfrutamos além de passageira que será, ela poderá deixar de dar os seus sinais um dia neste mundo, mas muitas assim continuarão a dizer que a vida não pára, mas também nunca sabemos por isto com todas as transformações que passamos aonde até irão estas vidas, toca em saber, até onde iremos e tão pouco sabemos de onde viemos, filosoficamente falando, não sabendo isso. Sabemos assim que vida ela sempre existiu, mas não sabemos o principio nem o fim. Até podemos saber se olharmos para a vida de uma pessoa, mas o caminho da humanidade é-nos difícil de responder.

Temos de dar graças a muitos profissionais, que muito de assim dão da sua dedicação para dar vida à vida, isto além de valorizar que todos merecemos a oportunidade de viver revela-se assim a dedicação e o profissionalismo que dão de si para salvar uma vida, assim que devemos valorizar quem bem nos trata, pessoas de uma vida imensa que nos dão as suas pequenas mas grandiosas forças de não deixar escapar uma vida, e acredito que como humanos além de profissionais, quando, de além de isto acontecer, algo morrerá dentro deles e de uma certa frustração e incapacidade invada o seu ser, seres de uma humanidade grandiosa que fazem para glorificar a vida, mas não os podemos ver como santos na espera de sempre um milagre, que por muito acreditando no esforço que fazem, estão sempre sujeitos seja a um erro, numa situação urgente seja na impossibilidade de trazer uma vida nos limite e para além de lá da linha.

Muitos há, que dão a sua vida por uma vida e assim se demonstra a bravura e coragem de muitos.

Então assim pensamos que aqui estamos para dar vida e valor a tudo que merece e nunca deixemos de dar sinais de vida, e que isso é o mais importante.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

O dom das palavras


Todos sabemos por certo a importância das palavras, a força que elas tem e muito nos podem dizer, a cada uma atribuímos-lhe um significado a que poderá alastrar por muitas mais; na nossa comunicação é a forma essencial de estabelecermos os nossos contactos, de dizer o que realmente sentimos e compreender os demais. Vê-se assim toda importância delas, não conseguimos e podemos viver sem palavras que nos acompanham na nossa vida, não conseguimos dialogar sem elas próprias, não conseguimos viver assim sem as nossas palavras. Compostas por letras ou sons, representam o nosso pensamento e toda a ideia humana.

Muitas palavras determinam uma função, elas há que nos magoam, incentivam, ajudam, comovem, irritam, alegram ou entristecem, palavras que nos dá o significado de tudo e conforme o contexto da situação, assim que formam todo um conjunto de frases que iremos assim descrever o que realmente desejamos transmitir.

Vivemos assim por muitas palavras cruzadas, assim, aonde neste jogo tentamos descortinar e desmistificar o seu real significado e conjuntamente ver aonde se tudo encaixa e transformando neste nosso passatempo aquilo que podemos ver no global ao fim de tudo.

Pensamos sempre nelas, tentamos adequa-las ao nosso discurso e transmitir a nossa base de ideias. Por conjuntos de letras que as formam, palavras que formam assim frases, é este o sentido de toda a nossa linguagem.

Podemos contrapor com palavras, dizer o que realmente é nas discussões dão o sentido e a alma que de significativo elas tem na sua forma de actuar.

Existem palavras mortas, palavras que não querem dizer nada, sem o seu sentido a que não se contextualiza, nem ao significado delas como da comunicação que estabelecemos, como muitas estarão fora do seu contexto.

Por formas gestuais ou dificuldades inerentes à forma de comunicar muitos assim o há que não podem usufruir do seu uso, assim que por outros meios terão de usar palavras silenciosas, mas que elabora uma forma a que merece o seu significado a que nos querem dizer.

Daremos nós valores às palavras, por certo passamos com os nossos olhos a correr por elas e não paramos por muito, olhar para este conjunto de letras e o que assim se forma nelas. O que isto são, é um enigma que vamos sempre desvendando e por cada uma vamos ramificando muitas mais, e damos por nós a soltar palavras e pensamentos a que a nossa memória nos faz transformar todo um conjunto de uma metalinguagem que vamos utilizando com a sua maoir frequência.

A evolução que tem e vão sofrendo revela que toda o seu tranformar e a maneira de que como podemos indo adequando o uso ao que colocamos aos nossos dias. Por uma melodia composta por elas podemos assim e ver, ler e ouvir a sua música, e isto é de um tocar e comover os nossos sentidos.

Valorizarmos as palavra é o mais importante que podemos ter, não conseguimos viver sem elas, assim o era que, a nossa evolução de todo este aspecto comunicacional não teria sido acompanhado pela transformação do homem e toda a sociedade.

Existe uma coisa que vai-se notando aos nossos dias, as dita palavra de honra, muitos poucos de nós vamos perdendo esta característica que nos fazíamos honrar pelo que assim dizíamos, demonstrava a parte mais verdadeira do homem, assim nos questionamos de quanto vale a palavra de um homem? Honrar os nossos compromissos quer nos dizer que não serão precisas muitas para justificar por vezes de nós uma pequena falha. Por vivermos marcados pela desconfiança esta palavra vai assim perdendo a sua integridade. Tendemos assim a pensar que as palavras em dia, hoje não valem de nada.

Que dignifiquemos as palavras assim e a honra que nos merecem.

Pensamento do dia...



Tão sábia é a pessoa que sabe escutar, como a que dá conselhos.

Nuno Lopes

quarta-feira, 21 de abril de 2010

O ciúme, amigo ou inimigo da relação


Todos nós podemos experimentar este sentimento, quando moderado penso assim que pode sempre apimentar uma relação, assim que o é demonstrativo de que gostamos dessa pessoa e pelo medo de a perder se revele pelo ciúme, sinal de que se for bem doseado faz-nos valorizar, que o próprio fará parte da relação e que por ter de demonstrar o nosso desejo por quem amamos, faz nos ter de muito justificar os nossos sentimentos e razões por que desejamos aquele com quem convivemos, assim é que um pequeno ciumezinho de nada de mal fará parte das relações que temos, mas, também o teremos assim de doseá-lo, sinal de que saberemos conviver com ele.

Mas sabemos o excesso dele, e isto pode ser um motivo do fim de muitas relações, quando resvalando no exagero, tornando-se numa forma obsessiva de conviver com as pessoas, por meio deste ciúme que nos provoca sentimentos de desconfiança, a que a base da sua relação, já pode, assim estar minada da forma como a relação pode vir a sofrer de um fim marcado por isto.

Temos de saber dosear as coisas, sabemos dos problemas que isto pode trazer, mais que fim de relações pode provocar formas muito trágicas a que de quem revela isto, poderá por uma não consciência uniforme, por muitos meios prejudicar a outra pessoa, cometendo acto condenáveis e muitas vezes limitando vidas ou denegrindo a integridade da própria pessoa a que sofre de tudo isto.

Assim que casos destes se verifiquem, deveremos tentar actuar da forma a que as proporções, que por vezes possam tomar, não se desencadeie na forma mais drástica que por muitas vezes ocorre.

Pode existir o ciúme, mas mais que isso é importante a confiança que podemos depositar e isto é que modera este pequeno sentimento.

Muitos ciúmes haverão, tal como o ciúme de irmão, a que alguns experimentamos, e quando numa família se verifica isso por vezes é até um pouco difícil de se digerir.

O ciúme um sentimento que apresenta carácter instintivo e natural, marcado pelo medo (de base real ou irreal) de se perder o amor da pessoa amada ou ver diminuída a qualidade ou ameaçada a continuidade de uma relação tida pelo sujeito como valiosa. Está relacionado com a falta de confiança no outro ou em si próprio e, quando é exagerado, pode tornar-se patológico e transformar-se numa obsessão.

A explicação psicológica do ciúme pode ser uma persistência de mecanismos psicológicos infantis que já na idade adulta podem aparecer sob a forma de uma possessividade em relação ao parceiro, ou mesmo uma paranóia. Nesse tipo de paranóia, a pessoa está convencida, sem motivo justo ou evidente, da infidelidade do parceiro e passa a procurar “evidências” da traição. Nas formas mais exacerbadas, o ciumento passa a exigir do outro coisas que limitam totalmente a liberdade deste.

Os casos mais sérios devem sempre procurar a ajuda da psicoterapia; o trabalho de reorganização interior passa por um reforço da auto-estima e da valorização da auto-imagem. Em todos os casos pode ajudar-se estabelecendo um diálogo franco e aberto de encontro com o sujeito passivo, com a reflexão sobre o que sentem um pelo outro e sobre tudo o que possa levar a uma melhoria da relação, para que esse aspecto não se torne limitador e perturbador.

Um conjunto complexo e suas consequências

O ciúme é uma reacção complexa porque envolve um largo conjunto de emoções (dor, raiva, tristeza, inveja, medo, depressão e humilhação), pensamentos (ressentimento, culpa, comparação com o rival, preocupação com a imagem, autocomiseração) reacções físicas (taquicardia, falta de ar, excesso de salivação ou boca seca, sudorese, aperto no peito, dores físicas) e comportamentos (questionamento constante, busca frenética de confirmações e acções agressivas e mesmo violentas).

O ciúme, em princípio, é um sentimento tão natural ao ser humano como o tédio e a raiva: nós sempre vivenciamos este sentimento em algum momento da vida, diferindo apenas as suas razões e as emoções que sentimos. Como todos os outros sentimentos, tem o seu lado positivo e o seu lado negativo:

• O lado positivo: protege o amor: ele lembra a cada membro da relação (de namoro, conjugal ou de amizade) que nunca se deve considerar o outro como definitivamente “conquistado”, e pode encorajar um esforço consciente para assegurar que o outro se sente valorizado;

• O lado negativo: prejudica o amor: às vezes os sentimentos de ciúme podem ficar desproporcionais e pode afectar gravemente uma relação, levando o outro a sentir-se constantemente constrangido para evitar uma crise de ciúmes.

Ciúme e inveja

O ciúme está intimamente relacionado à inveja. A diferença é que a inveja não envolve o sentimento de perda presente no ciúme. Mas ambas são um misto de desconforto e raiva e atormentam aquele que cobiça algo que a outra pessoa tem. Quanto mais baixa for a auto-estima, mais propensa está a pessoa de sofrer com um dos dois sentimentos.

Tanto o ciúme quanto a inveja desviam o foco de quem os sente para longe dos cuidados com a própria vida, tão preocupado fica com a vida de outra(s) pessoa(s).

Como acontece com todos os outros sentimentos, se forem olhados com atenção e sem rejeição, podem levar a atitudes positivas como melhorar a aparência, desenvolver novas habilidades e trabalhar a auto-estima.

Como regra, diz-se que a mulher é mais propensa que o homem a sentir ciúme ou inveja de relacionamentos, enquanto que o homem é mais frequentemente atormentado por diferenças de status, de finanças e de poder.

Ciúme patológico

O ciúme patológico é visto pela psiquiatria como uma espécie de paranóia (distúrbio mental caracterizado por delírios de perseguição e pelo temor imaginário de a pessoa estar a ser vítima de conspiração). Para um ciumento, a fronteira entre imaginação, fantasia, crença e certeza torna-se vaga e imprecisa, e todas as dúvidas podem transformar-se em ideias hiper-valorizadas ou delirantes.

Aquele que sente ciúme a este nível tem a compulsão de verificar constantemente as suas dúvidas, a ponto de se dedicar exclusivamente a invadir a privacidade e tolher a liberdade do outro: abre correspondências, bisbilhota o computador, ouve telefonemas, examina bolsos, chega a seguir o outro ou até a contratar alguém para o fazer… o que não só não ameniza o mal estar da dúvida como até o intensifica.

A pessoa ciumenta apresenta na sua personalidade sentimentos de insegurança. O tratamento passa por um trabalho de psicoterapia que tenderá a melhorar a confiança em si mesmo. Só quem confia em si mesmo pode confiar em outros, de modo que é fundamental o fortalecimento da autoconfiança.


Pensamento do dia...



Se não fossem as mulheres, ainda vivíamos nas cavernas a comer carne crua. Construímos a civilização só para impressionar as nossas namoradas.

Orson Welles.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Ser-se feliz é um direito!


Ao meu entender haveria de haver uma ressalva na Declaração Universal dos Direitos do Homem aonde fosse imposto um direito à felicidade, como tal na nossa Constituição aonde deveria prevalecer isto, é assim que para mim é um direito, o maior direito que se é exigível da vida, e todos nós merecemos e procuramos isso, mas muitos que os há que não reconhecem isso. Muitas pessoas sentem-se gratificadas pela infelicidade dos outros, retiram prazer de cometer actos a que prejudicam a quem nos é próximo, satisfaz essas acções e assim pensam que esse é o direito deles. Mas não! Isso vai de contra a condição humana, e ser-se feliz é um direito (mesmo não institucionalizado, é!), mais que de direitos, são formas de que na vida, e tudo que englobe isto é fundamental.

Todos nós procuramos a felicidade e sê-los, desde que não seja com propósitos de fazer directamente o contrário aos outros, pode até ser de algum modo desculpável, mas, é incompreensível e recriminatório quando temos intenções deliberadas para denegrir a pessoas e seu direito a serem felizes.

Pode isto não estar impresso por palavras, mas não deixa de ser um direito, todos lutamos por eles, aos nossos desejos e intentos, assim que também é que o devemos fazer pelos outros, se a nossa felicidade é presente, muito dos que nos circundam assim o serão e é este o maior e grandioso valor que deveremos preservar.

Mas é pena o que se verifica pelo contrário, pessoas sem nenhuma riqueza de espírito, façam e tomem atitudes de ver os outros infelizes, são assim anseios que não se coadunam com o que se deve de ser a normalidade e a exigência de o ser. Mas o que me intriga é o que satisfaz assim tanto quem disto faz! Confesso que o que os outros retiram disto provoca-me urticárias, não consigo conceber que haja quem disto retire prazer.

Se todos exigimos ser felizes, superiormente, mais o deveria ser, reconhecer e fazer para a felicidade do outros, mais que direitos, deveria ser um desejo, e é isto sinal de respeito e e consideração por quem connosco está presente neste mundo.

Mas isto não toca só nas relações humanas, poderá se verificar em muitos aspectos, é isto o sinal de uma desconsideração tremenda. Revelamos assim o nosso lado mais animalesco que não deveria ser a nossa característica, somos humanos, e deveríamos pensar pelo nosso bem do que podemos proporcionar.

Ser-se feliz é um direito, o contrário para mim é condenável, assim que todos nós deveríamos ser responsabilizados por isso, não é aceitável ver o sofrimento dos outros, afirmo que por muito natural para alguns, assim é que é contra-natura, ou seja fazendo parte da essência do ser humano, isto não me é concebível na minha forma de ser e pensar como deveríamos ser e actuar.

Direitos estes que parecem estar a ser desconsiderados, tudo se legisla, mas uma coisa da maior e real importância, tampouco merece algum crédito. E será que assim o fosse existiria atitudes uniformes? Muitos passariam do risco, pois não sabem reger-se por isto e não sabem impor e valer-se pelos direitos, assim que isto não deixaria de acontecer, pois é do lado mais perverso da pessoa impor a infelicidade, pessoas que não conseguem ter a noção do que é conviver colectivamente e em sociedade, assim mereceriam uma formação e um acompanhamento mais atencioso, na forma de mudar as suas atitudes e desejar o bem dos outros.

Se por muitos direito na Declaração Universal se faz referência ao que nos devem de serem por eles, tudo aquilo traduz na sua essência global que é isso que se pretende, sermos felizes e ter condições para isso.

Declararia assim direito a um dia dedicado à felicidade, sem ser pejada de sentimentos falsos e inócuos, mas que pudéssemos dar a importância e lembrarmos que estamos aqui para sermos felizes. Se o sentido da vida é isso e para muitos, então qual o mesmo sentido de nos sentirmos infelizes, fará o algum sentido assim.

Não! Não faz, nós não vivemos para isso, lutamos pelo contrário e sentirmos a infelicidade é sentirmo-nos acorrentados à vida, precisamos de quebrar os nossos grilhões e abrirmos ao que ela do melhor nos proporciona e aos que se nos dedicam em o sermos, é isso a nossa maior felicidade, sermos felizes por nós mesmos e expandirmos a todos, veremos todas as mudanças assim criada neste nosso mundo, somos nós que construímos isso.

Deveremos nós condenar e ser críticos do que os outros provocam ou por vezes nos escapa, não é isso nos revela a todos nós a nossa maior característica que ser humano deveria impor, a sermos e fazermos os outros felizes é o nosso maior bem.

Assim desejo muito que o sejamos e mais ainda façamos por isso.

Muitas felicidades! :)

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Pensamento do dia...


As desculpas não se evitam, pedem-se!

Nuno Lopes