sábado, 19 de junho de 2010

Madamismos e afins


Em pleno séc. XXI já tão natural a emancipação da mulher e a sua independência, mas nós homens (os eternos românticos que assim se considerem) em exigir mais delas, porque não agradar a um homem quando deseja demonstrar a elas próprias o seu cavalheirismo?

Já se nota em muito o poder de iniciativa delas próprias, mas ainda é preciso mais, ou então ainda não tão relevante como o deveria ser e em certos aspectos não o é assim demonstrado. Mas não gostaríamos de nós receber o semelhante que lhes damos e dedicamos?

Porque não tomam elas também o poder de iniciativa de pagar uma conta; abrir a porta do carro a um homem; ou a porta; ou assim estender o seu casaco para não meter a sua pata na poça; oferecer um ramo de flores; fazer uma serenata; agarrar no próprio e fazer uma viagem surpresa ou algo; pedir namoro ou casamento a um homem; seduzi-lo; e assim estes actos que consideremos de um verdadeiro cavalheiro (se é que ainda os existe hoje) e demonstrar o que se pode fazer por muito a alguém que estimamos?

Mas será isto um nível de rebaixamento de elas a eles, não é de todo! É assim um direito de igualdade (que tanto elas exigem hoje aos nossos dias) e nós homens não somos por menos, que o devamos exigir. Merecemos ser tratados de igual forma (ou então não)!?

Não se trata aqui de machismos camuflados, trata-se assim de poder agradar ao nosso parceiro ou quem connosco está e demonstrar que as nossas atitudes são o revelar que com isto podemos até quebrar a monotonia e ou assim até sorrir de algo propositado.

Minhas amigas não se esqueçam que por demasiado que os homens, ou o que a sociedade institui, haverá por certo alguém, um homem neste mundo que o deseje receber um certo capricho da vossa parte, e mesmo que seja olhado de lado, ou assim que muitos achem assim isto demasiado, sei lá… vocês sabem! :)

Vamos dar um pouco de vós que se calhar nós até gostamos, ou se não estes homens precisam de umas boas aulas de sensibilização. E nada melhor para vocês darem umas explicações. :)

quinta-feira, 17 de junho de 2010

A mágoa da felicidade


Felicidade, todos nós a procuramos, o nosso desejo de a encontrar e conquistar faz tão parte de nós que vivemos nessa buscam na busca dela, mas não conseguimos atingir uma felicidade suprema e isso frustra-nos, podemos viver uma certa felicidade variável, dos momentos que passamos, mas desejamos sempre alcançar sempre mais, ela nos seu extremo.

Seremos nós felizes na maior expressão da palavra, não de todo, mais que a infelicidade, a própria felicidade pode-nos causar mágoa, o querermos e desejarmos ser felizes e não conseguirmos, então assim que nem dela tudo é positivo, ou que, revela-nos o negativo de si, a dor do desejar ser feliz e não conseguirmos. Então que no seu extremo a felicidade pode criar momentos infelizes.

Ela pode ser uma variação na vida, nunca conseguimos tê-la de uma forma estável, é assim uma conquista e que o que da própria vida fazemos, lutamos para ser felizes e sentirmo-nos recompensados.

E quem sofre vendo a felicidade ao seu redor e não a consegue impor na sua vida. A felicidade também trás sofrimento. Poderemos dizer que a isso se por ela o que nos causa, se a conquistarmos ao certo darão muito do seu valor, é a dureza da vida.
Podemos tentar ser felizes na nossa infelicidade, para isso se proporcionar a nossa capacidade de interagir e lidarmos com ela faz-nos conhecer o caminho da sua conquista, então que nada de ela é dada e coloca-nos o sofrimento e o suor de ganhá-la, e precisamos disto e dela.

Se ás mágoas que nos causam que sejam vistas pela recompensa dela própria, é o nosso prémio, é o atingir o cume da nossa montanha e deslumbrar-nos com a vista que nos proporciona, acredito que ao fim de isto, todo o caminha que nos levou a cada etapa, faz-nos atingir o pico da mesma, e as magoas que nos foram criadas, veremos que situações que foram ultrapassadas, nos diz que o sofrimento humano fará parte da maior vitória que conseguimos por muitas pequenas derrotas a que nos ultrapassam, ou assim as ultrapassamos. Tudo é passageiro a felicidade as mágoas, mas que aproveitemos a nossa forma e retirar o ensinamento que nos dá e o momento que desejamos.

A mágoa da felicidade é a dor que nos causa no bem que desejamos, tudo na vida é assim, atingir uma felicidade eterna é utópico e por certo morreríamos de cansaço, mas também o sentiremos se não o formos e a nossa frustração, o que teremos de dosear nos nossos lados, não cair demasiado neles, e aproveitar a sua realidade como se nos apresenta.

As nossas mágoas são uma parte da vida, que minimizemos a dor e valorizemos o nosso bem estar, que é isto a pedagogia da vida, aproveitá-la no seu máximo esplendor.

Sejamos felizes, mesmo que por uma mágoa que nos marque, é um mínimo do máximo que podemos alcançar.

sábado, 12 de junho de 2010

Reencontrar os valores


Que sociedade é esta destituída e desacreditada de valores? A quem se rege por eles bem olha para ela própria e se pergunta por isso, mas o que falha aqui? Não seremos nós (todos nós os eternos culpados de tudo isto?). Não faremos parte desta sociedade?

Todos nós os deveremos incutir. Fazer valê-los e mais responsabilizar a quem lhe os falta a tê-los, assim só se dá ao direito de ser-se critico a quem os tem e se rege por eles. Isto é parte de uma educação de berço e nós não apostamos nisso e assim se vai verificando a sua falha, as nossas falhas. Para se dar ao valor e o direito moral temos da saber educar, e mais que isso ter a referência de quem nos faça valer, mas isto não vai existindo e assim se revela a sua falha.

O que é de uma vida de valor, ou o que é de uma vida com os valores, de o valor da vida, os valores que devem nela estar presentes? Uma vida sem isto não é nada, não é ela própria, não tem significado e não nos conseguimos guiar por nada e assim nos sintamos perdidos.

Mais que os valores humanos é os valores nos regem em segui-los, todos nós criamos os nossos e diferentemente, mas é importante tê-los, assim que sem isso fica a faltar-nos a nossa integridade, e o respeito por nós próprio e que os outros nos podem dar.

Olhamos para isto e vemos na actualidade um ponto sem retorno, e como podemos reverter isto? Começa sempre por nós e nunca esperando que sejam os outros a mudar, se assim for a seu tempo encaixarão-se na linha mais correcta e este é o caminho a seguir.

O respeito, aceitação, compreensão, tolerância, o dever (…) muitos pilares dela devemos assentar e assim construiremos o nosso espaço para viver. A vida sem valores seria uma anarquia, mesmo se com eles e a sua falta que não lhe colocamos nela própria o é, então vivemos assim numa conturbação de uma vida e tudo o que nos rodeia desconectados do que nos deveria ligar, o valor, próprio valor dele mesmo.

Não nos esqueçamos que tudo o que fazemos ou do que parte é dele e sem nada disto nada assim possui o seu conteúdo, então que (des)valor não nos faltem.


Todos os valores se desmoronam à nossa volta, como sabemos, e interrogamo-nos sobre que valor poderia nascer ou resistir. Mas porque não pões em causa o próprio valor do valor? Porque dizer valor é já dizer que o é. Como o sabes? Admite por agora que é melhor não perguntares.

Vergílio Ferreira, in 'Pensar'

Que vejamos e como, a palavra valor tem muito do seu significado e quer dizer de si valor, então que nos faz estabelecer na vida, muito valorizada ela é, com isto tudo e da sua importância será se os aplicarmos em nós.

Que sejamos pessoas de valores e verdades. Não façamos deles as nossas ruinas...

terça-feira, 8 de junho de 2010

Eternamente crianças


Por vezes o homem revela-nos o seu lado mais imaturo, tal como uma criança quando recebe um brinquedo, o seu sentimento de posse, descoberta e domínio sobre ele diz-nos que na sua inconsciência pretende exercer as suas fantasias sobre o que tem, e como natural brincar com o seu objecto, mas isto é na inocência de uma criança, mas um homem também pode ser assim, ou comportar-se como tal.

A tendência do próprio homem dominar o que deseja, o poder sobre os outros e ou as suas situações por muito fá-lo centrar no seu egocentrismo, ou no seu extremo exacerbado, que não consegue limpidamente ver o que por muito poderá prejudicar quem lhe é próximo ou mais grave quando pretende directamente fazê-lo com as suas intenções.

É do homem dominar tudo, a sua própria natureza, ter o controlo sobre o que se acha pensar que o seja, mas não, podemos ter de controlar o que precisamos, mas muitas coisas ultrapassam-nos, e prejudicar e achar-se no direito de por vezes controlar vidas de outrem são actos condenáveis, não é isso no seu direito.

Ele próprio já muito domina no mundo, um poderio imensurável que possui, e tudo o que desenvolveu adveio até disso. Por certo até bem pensa que o domínio de várias espécies é-lhe devido, mas não, a própria natureza não o permite ou muito só provoca distúrbios á sua própria pelo mal que provoca, e assim sofremos consequência e acção do homem, é ele o condenado de tudo que comete.

Tal como as crianças se vai divertindo com o que se acha possuidor, muitas vezes sem a noção da consciência, ou melhor com ela mas não querendo ver ou pensar, quando deveria utilizar a sua inteligência, para não provocar os danos que permite, talvez aqui o pensamos faltar até tem demasiada inteligência para provocar o mal, não sabe usar um discernimento correcto, uma falha dele próprio.

Assim com os seus brinquedos e brincadeiras este homem pode muito bem demonstrar as suas evoluções nos mais variados aspecto, mas de uma forma continua preso à fase mais prematura, a de uma criança e a sua evolução perde-se e fica-se por aqui, são eternos, o que não revela a sua evolução como humanos e na sua espécie.

É pena este que homem vemos, de um vazio interior que nada ao mundo acrescenta e só se prejudica a ele próprio e ao ambiente que o rodeia.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Perdão, se incomodo...


Cada vez mais se denota a não aceitação das pessoas, uma certa intolerância ao que pensamos e uma certa altivez nas suas opiniões, é pena isto se verificar, reservam a pouca modéstia que possam ter ou fazer valer. O que mais me preocupa é cada vez mais que se vai sendo mais incómodo tudo o que encontramos e torna nestas pessoas uma repulsa ao que é isto.

Uma simples ideia, um comentário, as doenças ou certas perturbações, uma deficiência, competitividade, o que alcançamos ou fizemos para ter, ou o que não podemos ter, aprofundar temas que na superficialidade em que vivemos é de loucos fazer isso…

Mas o que nos causa esse incómodo ou mal-estar, será que teremos algum receio de algo? Algo assim que nos possa prejudicar? Mas não fará parte natural das nossas vivências tudo isto? Porque é que ignoramos tais factos.

Sentirmo-nos incomodados cria -nos o desconforto premente a que por situações do desconhecido nos faz ter um comportamento não tão lógico como o haveria de ser. O incómodo haveria de servir que face ao desconhecido e de algum perigo nos provoca-se isso, nós por coisas mínimas ficamos assim. Que alarguemos essa linha e possamos ter o nosso espaço de manobra.

Assim me pergunto o porquê de tanto incómodo, mas não conseguiremos viver sem ele no seu extremo?

Somos incomodados assim por ele próprio e isto cria-nos o efeito de que não conseguimos viver descontraidamente sem a permanência de o que nos causa isso, por estar intrinsecamente associado à nossa maneira de viver, não o consigamos afastá-lo. É este o nosso incómodo.

Eu por vezes nem avanço pelo medo que possa provocar isso e o que as pessoas sentem assim tão levemente que já não existe uma predisposição de aceitar o que podemos dedicar aos outros, tudo é visto como um fardo que não estão para se dedicar ao que temos para partilhar. Assim centramo-nos no que é nosso e deixa de existir então a solidariedade que tanto nos poderia caracterizar.

Se incomodo os meus perdões, mas acho que estamos todos para o mesmo e assim deveríamos esquecer isso e ter a suficiente abertura para receber e dar o que possuímos e deixar de lado os nossos incómodos a que nada fortalece as relações humanas.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Vazios


Mas que vazio é esse que se vai apoderando do ser humano, a ausência da nossa essência que nos vai faltando, uma falta interior. Todos nos devemos cultivar, preenchermos de forma anular esse vazio, e é notório que por mais que nos cultivemos vai existindo um vazio maior, então como é possível ele existir quando mesmo assim nos tentamos preencher. O vazio existe sempre. Por muito que sejamos pessoas ricas interiormente nunca está ausente. O pior é quando ele se torna numa angústia.

Observamos o nosso mundo e assim pensamos o vazio que existe entre pessoas, ou assim, o vazio que existe entre nós e os outros, é assim uma distância que nos impede uma tal aproximação que sentimos a frieza deste mundo. Pensamos, um mundo vazio de pessoas vazias com mais um vazio de ideias. Assim é as ausências que notamos neste mundo.

Como lidamos com estes vazios, não o sabemos, é a falta de algo nas nossas capacidades que nos faltam para construir uma personalidade que nos constitua como seres preenchidos e regidos pelos nossos valores. E eles mesmos assim também nos faltam, valores, ausência deles que fazem do ser humano, pessoas menos instruídas interiormente.

Existe na maior angustia do vazio, o perder aquilo que mais amamos, sentimo-nos perdidos, da nossa maior natureza, e algo que nunca mais conseguiremos repor o que tínhamos anteriormente, coisas que ficam em nós e nos deixam as nossas marcas e um vazio maior, assim vemos com o vazio e ausência estão por demais interligados.

Mas como podemos preencher o que nos falta? Instruindo-nos. Arranjando formas de preencher o que pode ser a fórmula do nosso equilíbrio a que os pratos da nossa balança nunca penda para o lado mais negativo, que sinal será que estamos a cair num vazio que tão difícil será sairmos e ele pode ser muito infinito por si e nunca mais acabar. Precisamos assim de soluções para lidar com ele, aceitar nem que seja, e deixar nesse vazio o que não mais nos interessa.

Olhamos para tudo e o que vemos são coisas vazias, representadas de pouco interesse, ou que nada nos preencherá, e cada vez mais precisamos delas para nos preencher, mas que por vezes em bens materiais que de que pensamos o que pode preencher essa falha eles não tem uma essência interior que nos dê o alento que precisamos, tornam-se assim por certo, ás vezes coisas fúteis e inúteis. O que precisamos é de encontrar o nosso e equilíbrio e a nossa paz e isso é a nossa maior riqueza, algo que nos fará ver o valor que nós somos e temos, nossas capacidades.

Em cada coisa existe sempre um e os seus vazios, a cada pessoa, a cada olhar, a cada palavra, em sentimentos, memórias, pensamentos, acções, vazios d’alma que por a cada modo não consegue se despegar da ausência do vazio que nos acompanha.

Vivemos assim num mundo vazio, mesmo pela companhia que nos rodeia, assim nos sentimos, e cada vez mais, revela que ao preencher a nossa individualidade criamos esse vazio e essa frieza humana que toca nos relacionamentos que giram ao nosso redor. Não reparamos que precisamos dos outros para nos preencher, e assim vemos que não estamos sozinhos neste mundo, mas podemos senti-lo connosco próprios, e será esse o nosso mal, precisamos de valorizar a nossa companhia, saber estarmos connosco.

Assim se pergunta, o que fazemos para afastar o vazio que nos persegue? Quando vemos algo encontramos a resposta do que nos pode preencher. É aqui que pode estar o antídoto à nossa doença.



De meros vazios se constrói o recheio da existência
humana.

Hugo Hofmannsthal

terça-feira, 25 de maio de 2010

Os nossos medos


Todos nós temos os nossos medos é natural, mas tentamos assim controlá-los não sejam eles que tomem conta de nós, e isso é preocupante e transtorna-nos, e pior que os medos, é ter medo do próprio medo.

Vivemos amedrontados sobre isso, o controle sobre eles pode-se revelar por vezes incapaz, e como conseguimos isso, conhecendo-nos a nós próprios, tentando nos dominar a nós e a eles, só que por certo são coisas que se revelam inconscientemente que entramos em pânico.

Posso ter os meus medos e não fujo a isso, ou melhor são ele que me procuram, mas a mim, não tenho medo da minha pessoa do que sou e isso revela o que já me conheço, preciso foi ir demasiado fundo para entender o meu lado mau é incapaz de fazer algo que me transtorne, mas como não se podem dominar como se algumas forças superiores se tratassem podem querer marcar a sua presença, mas existe sempre o medo, por mais conheçamos e achemos que nada de mal nos façamos, existe o lado irracional que pode revelar assim que à nossa integridade possamos fazer algo que nos seja prejudicial. Mas quando os conhecemos é a forma de nos controlarmos, e tê-los sobre domínios.
Mas nós fugimos deles, não os queremos conhecer, temos receio, medo de os confrontarmos e assim vivemos sobre o clima do medo.

Saber dos nossos medos é conhecermos nós próprios, mas também ele pode ser a nossa segurança face ao perigo e isso revele ansiedade que provoca, só que não sabemos a razão desse medo ou da situação que vamos lidar, assim estamos perante dois cenários, aquilo que imaginamos e o que vamos ter de lidar e pode ser mais complicado lutar contra o medo que a situação que nos confrontamos e situação essa que pode ser da maior simplicidade.


Parecemos estar hoje animados quase exclusivamente pelo medo. Receamos até aquilo que é bom, aquilo que é saudável, aquilo que é alegre. E o que é o herói? Antes de mais, alguém que venceu os seus medos. É possível ser-se herói em qualquer campo; nunca deixamos de reconhecer um herói quando este aparece. A sua virtude singular é o facto de ele ser um só com a vida, um só consigo próprio. Tendo deixado de duvidar e de interrogar, acelera o curso e o ritmo da vida. O cobarde, par contre, procura deter o fluxo da vida. E claro que não detém nada, a menos que se detenha a si próprio. A vida continua sempre a avançar, quer nos portemos como cobardes, quer nos portemos como heróis. A vida não impõe outra disciplina - se ao menos o soubéssemos compreender! - para além de a aceitarmos tal como é. Tudo aquilo a que fechamos os olhos, tudo aquilo de que fugimos, tudo aquilo que negamos, denegrimos ou desprezamos, acaba por contribuir para nos derrotar. O que nos parece sórdido, doloroso, mau, poderá tornar-se numa fonte de beleza, alegria e força, se o enfrentarmos com largueza de espírito. Todos os momentos são momentos de ouro para os que têm a capacidade de os ver como tais. A vida é agora, são todos os momentos, mesmo que o mundo esteja cheio de morte. A morte só triunfa ao serviço da vida.

Henry Miller

Assim também por vezes temos o nosso medo de vencer na vida, é porque é que isso nos provoca, somos nós face ao desconhecido, e é isso que nos provoca o medo, traz-nos a insegurança e desarma-nos perante aquilo pelo qual devemos lutar, combates da vida que por alguma vez nos tomba, mas mais medo virá se não nos conseguirmos levantar, então o medo existe em todo o lugar, em todas as coisas, mesmo que por vezes não nos apercebamos disso, é um medo camuflado que nos pesa sempre.

Ultrapassa-se os medos confrontando-os e conhecendo-os, mas nada disso invalidada que ele continue a fazer o seu trabalho e estando presente na nossa vida teremos ter o nosso destemor para o vencer, e isso faz-se na face dele próprio.

Quando conseguimos ultrapassar isso sentimo-nos vangloriados (não destemidos de todo pois ele nunca nos abandona) mas faz-nos revelar que conseguimos contornar certas situações a que nos confrontamos, e esse é o nosso medo de lutarmos contra ele, mais ainda se perdemos para ele, grande derrotados seremos e mais as situações que temos de lidar não antes que ele nos faça paralisar perante isso.

Que a coragem vença o medo, e ele perca a sua de nos atormentar, assim conseguiremos viver a nossa vida na maior plenitude.