Se tanto tu me ignoras
Como tão bem pareço
Dá-se todas as horas
Aquilo que não mereço
Mas pouco me lixando
Do que tanto importa
Assim vou eu andando
Que pelo mal se corta
Se gozas cá me rio
Por tristezas imundas
Em ilusões que crio
Imaginações profundas
Mais vale alegre sonho
Que de frias realidades
Que não em ti ponho
Minhas puras verdades
Nuno Lopes
O sonho do regresso aos anos 90
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* Há uns dias sonhei que estava ao volante de um carro que nunca tive nem
sequer conduzi. Um Peugeot 205 dos anos 80, daqueles da primeira série com
caix...
Há 2 dias


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