Do belo que todo tempo come
Por entre os segundos de brisa
Mais se vai quando se dorme
Não haja dessa beleza precisa
À beleza que não se alcança
De tanto desejo que persiste
É da feiura a maior mudança
Que não queremos ver q'existe
Dizem "Não há belo sem senão"
Vemos "Marcas do tempo que virão"
Cabe ao Homem a visão ilusória
De não desejar troca no espelho
Cicatrizes que marcam na história
E que caminha para lá de Velho
Nuno Lopes
O sonho do regresso aos anos 90
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* Há uns dias sonhei que estava ao volante de um carro que nunca tive nem
sequer conduzi. Um Peugeot 205 dos anos 80, daqueles da primeira série com
caix...
Há 2 dias


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