Diz-me tu o que seja
O que menos se veja
Jà pensavas tu assim
Aquilo que não direi
Responderei por mim
Daquilo que logo olhei
Imaginando-me assim
Morto aonde tombei
Que tal Cavaleiro
Um dia te chegasse
Envolver por inteiro
Trazes nesses folhos
Razões que me cabem
Acendem os meus olhos
Zigue-zague de má ordem
Espero sinais concedidos
Socorrendo tal desordem
Num instante me lanças
Os mantos que alcanças
Pela Torre que se sobe
Esforçando logo o acode
Instantes uma Princesa
Tamanha a sua Doçura
O seu Seio é a Formusura
Nuno Lopes
O sonho do regresso aos anos 90
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* Há uns dias sonhei que estava ao volante de um carro que nunca tive nem
sequer conduzi. Um Peugeot 205 dos anos 80, daqueles da primeira série com
caix...
Há 2 semanas


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