Conhecerás tu do que viveste
O Amor que vida te ensinou
Se por ele o que tanto fizeste
Se o que dele ainda te restou
Reponde-me tu ò minha Alma
O que deste tanto a ti te fala
E pela tua boca que não cala
Quando por manifesto desalma
Aquilo do desejo de compreender
O que tão bem sabes o que sentes
Pelo que ousaste um dia dele o ter
Penetra no ser das incautas gentes
Mas que nunca o sabemos por igual
De o que faz seja por bem ou mal
Mas pelo significado que se procure
Um amor que pela vida que dure
E vivemos dançando na questão
Tendo compreender o inatingível
O que nunca por mais saberão
Mesmo que d'Ele se diga o possível
O sentido a que fala esta sensação
Nunca terás uma resposta plausível
Nuno Lopes
O meu quarto de século na Polónia
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*«Quando a porta do avião da Air France se abriu, naquela noite de
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Há 4 semanas


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