Por aqui assim andamos
Sem saber que vá por onde
Do caminho que tomamos
No seu fim não responde
A estradas são feitas de quê?
Talvez mereça por mim parar
De imaginar o que não se vê
Que no fundo faz nela andar
Conseguiremos ao fim chegar
Sem ajuda qualquer se tenha
Um Homem que luta p'aguentar
A contrariedade que dela venha
Por mais o que a mim me mente
Um dia quando do Mondego parti
Se ver o fim mesmo que tente
A Condeixa que eu nunca vi
Nuno Lopes
O meu quarto de século na Polónia
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*«Quando a porta do avião da Air France se abriu, naquela noite de
Setembro, um ar frio sentiu-se de imediato nas narinas, em Portugal ainda
fazia calor e ...
Há 4 semanas


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