Escolheu a dor de sentir
Soubesse alguém colher
Tampouco queria permitir
Angustia de um dia a ter
D'Alma rezasse para fugir
Os sentimentos não querer
Salvasse a Esperança vir
Do que de mim tu levas
Essência que assim nasceu
Perco nas minhas trevas
Reste-as o que mim morreu
Esperas pela sorte da vida
Sonhos que o futuro desperte
Se darás por ti consentida
Indelével angústia que mordem
Vozes que te enchem adentro
O sentir de toda a desordem
Será sempre isto que enfrento
Nuno Lopes
Boas Festas Anno Domini MMXXV
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*Votos de Feliz Natal e Próspero Ano Novo!*
*E assim estamos a chegar ao fim do quarto de século. O que mudou no mundo
em vinte e cinco anos e na Polónia ...
Há 3 semanas


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