Diz-me tu o que seja
O que menos se veja
Jà pensavas tu assim
Aquilo que não direi
Responderei por mim
Daquilo que logo olhei
Imaginando-me assim
Morto aonde tombei
Que tal Cavaleiro
Um dia te chegasse
Envolver por inteiro
Trazes nesses folhos
Razões que me cabem
Acendem os meus olhos
Zigue-zague de má ordem
Espero sinais concedidos
Socorrendo tal desordem
Num instante me lanças
Os mantos que alcanças
Pela Torre que se sobe
Esforçando logo o acode
Instantes uma Princesa
Tamanha a sua Doçura
O seu Seio é a Formusura
Nuno Lopes
Boas Festas Anno Domini MMXXV
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*Votos de Feliz Natal e Próspero Ano Novo!*
*E assim estamos a chegar ao fim do quarto de século. O que mudou no mundo
em vinte e cinco anos e na Polónia ...
Há 3 semanas


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